Sexta-feira, Dezembro 14, 2007

... novos vôos, novos poisos...

Amigos/Leitores,

Desloquei-me para aqui:

http://www.puremorning-ms.blogspot.com/

Visitem-me sempre que quiserem, são deveras bem-vindos!

Sexta-feira, Outubro 12, 2007

something borrowed, something blue

"I know that limp. I know the empty ring finger. And that obsessive nature of yours, that's a big secret (...) The reason normal people got wives and kids and hobbies, whatever, that's because they ain't got that one thing that hits them that hard and that true (...) The thing you think about all the time. Thing that keeps you south of normal. Yeah, makes us great. Makes us the best. All we miss out on is everything else. No woman waiting at home after work with a drink and a kiss; that ain't gonna happen for us."

House M.D., "DNR"

Domingo, Setembro 23, 2007

Redefinições ao Sol (agora que o Verão finda)

Chá

Protector Solar


Relógio de Pulso







Ginásio

Domingo, Setembro 16, 2007

Jorge Palma

No bairro do amor a vida é um carrossel
onde há sempre lugar para mais alguém
o bairro do amor foi feito a lápis de cor
pra gente que sofreu por não ter ninguém

No bairro do amor o tempo morre devagar
num cachimbo a rodar de mão em mão
no bairro do amor há quem pergunte a sorrir
será que ainda cá estamos no fim do Verão

Eh pá, deixa-me abrir contigo
desabafar contigo
falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
descontrair um pouco
eu sei que tu compreendes bem

No bairro do amor a vida corre sempre igual
de café em café, de bar em bar
no bairro do amor o sol parece maior
e há ondas de ternura em cada olhar

O bairro do amor é uma zona marginal
onde não há prisões nem hospitais
no bairro do amor cada um tem de tratar
das suas nódoas negras sentimentais

Eh pá, deixa-me abrir contigo
desabafar contigo
falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
descontrair um pouco
eu sei que tu compreendes bem

Sexta-feira, Setembro 07, 2007

É tão bom estar na...


Segunda-feira, Setembro 03, 2007

Dali

Ontem fui à exposição do Dali no Palácio do Freixo e descobri estupidamente que não havia quadros, "apenas" litografias e serigrafias (nada contra, são obras de arte eu sei, mas gosto mais de pinturas).
E estupidamente porquê? Porque era de prever. Estive em Londres em Junho e vi lá, na altura, uma outra exposição do Dali, essa sim cheiiinha de pinturas por todo o lado.
Moral da história: os quadros ainda estão em Londres. Raios.

Sexta-feira, Agosto 31, 2007

Amaunir

porque a noite já vai longa e já perdida
suave, talvez, num murmúrio
o sopro musical que dá alento

sonhara com passos numa torre
encerrados

à porta de uma,
outra casa velha
e um esgar de vento frio
correnteza

à porta de uma,
outra lembrança

mãos que gelam enquanto aguardam
que me lances
as tuas longas tranças

Quarta-feira, Agosto 29, 2007

Piso Dois

No qual habito desde que nasci. Desde que me sei.

Eu e também a vizinha descalça, a tartaruga suicida, o elevador que fala.

As janelas dão para outras janelas, outras casas e desassossegos - nenhuma para a rua.

Ao fundo, a vinte passos, o rio.

E uma campainha só visível a olhos amigos. Dos restantes esconde-se, esquiva-se, como que protegendo a casa - qual torre de céus estranhos.

Domingo, Julho 15, 2007

And the winner is... (florista não incluída)


Sexta-feira, Julho 13, 2007

A Grande Final do Carro Que Eu Vou Comprar Amanhã

Finalistas:
  • Toyota Yaris
  • Citroen C3
  • Renault Clio

O Yaris tem uma mala minúscula e é o menos potente dos três.

O Clio é o mais caro e o mais difícil de conduzir.

O C3, diz que é para 5 passageiros, mas na realidade só cabem dois.

Vai ser uma longa noite de eleições...

Terça-feira, Julho 10, 2007

Malmequeres

Ouvi esta na rádio, há pouco, no regresso de uns dias de férias passados no Gerês...



... e lembrei-me que já adorei esta canção. Há bastantes anos atrás
, é verdade.

Não conhecia o videoclip. Fui repescá-lo ao youtube mas confesso que não fiquei fã. Quer porque a história da mãe que resgata os dois filhos à assistência social e foge com eles pelo país fora não tem (a meu ver) ligação nenhuma com a música/letra do tema, quer porque a Dolores O'Riordan esbraceja dentro do seu vestido branco de ninfa com a mesma rigidez que já ostentava (se bem me recordo) no videoclip do "Zombie".

Lamento, minha querida, mas para se usar malmequeres no cabelo não basta ser-se bonita: é necessária leveza no gesto.

Terça-feira, Julho 03, 2007

Hysteria

"... to be endlessly cold within and dreaming I'm alive..."

Gosto muito destes meninos...

Segunda-feira, Julho 02, 2007

A minha teoria dos seis meses

Ingenuamente ou não, eu sou do género de pessoa que acredita que a passagem dos anos ou das estações ou de qualquer outra forma de marcar o tempo tem influência no nosso destino. Para colocar as coisas de forma simples: sim, faço resoluções de Ano Novo e sim, tenho (ainda) sincera esperança que a passagem do 31 de Dezembro para o 1 de Janeiro vá marcar alguma diferença. Assim escrito parece pouco racional - mas que querem, eu até já sou racional que chegue em tudo o resto.

Ora, ultimamente tenho observado que a coisa assim como que se tem vindo a desenrolar por semestres. Senão, vejamos:

- 1º semestre de 2005 -> bom, esperançoso, promissor
- 2º semestre de 2005 -> francamente mau
- 1º semestre de 2006 -> muito bom, mesmo muito bom
- 2º semestre de 2006 -> mau outra vez
- 1º semestre de 2007 (e aqui é que a porca torce o rabo) -> novamente mau...

Hoje é dia 2 Julho. Estou (ainda) esperançada que algo de bom e solarengo me esteja reservado até ao fim do ano, caso contrário... estraga-se a teoria. E qualquer coisa mais.

A ver vamos!

Domingo, Julho 01, 2007

A Fronteira

"É a mesma cortina que humedeço quando tomo banho no primeiro piso deste acanhado apartamento. A mesma cortina que embacia e goteja e me permite adivinhar (mais do que ver) a silhueta de quem, através dela, fala comigo.

Será uma metáfora grosseira, é certo. Porém, num exagero de transparência e de reduzida espessura, é essa mesma cortina que me rodeia todos os dias, em todos os momentos; que se interpõe entre mim e os outros. A membrana invisível. A fronteira que ninguém nunca derruba, que eu jamais deixo que derrubem. Invisível ao olhar e ao tacto, mas perceptível ao coração. Num olhar fugidio, num franzir de sobrolho. Uma sombra sobre o rosto."

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